O Blog no Fim do Universo

Blog + Twitter = receita de sucesso

Posted by Darshany L. em 22/02/2010

Publicado originalmente em Ecos Jr.

Apesar da popularização do Twitter, o uso de blogs ainda é crescente. Ao contrário do que acreditavam, o espaço de 140 caracteres não substituiu o velho método de postagem, e sim complementou. Um exemplo disso é o jornalista Paulo Terron, editor da revista Rolling Stone Brasil. O cara tem um blog pessoal (o With Lasers!), no qual sempre publica informações do cenário musical e cinematográfico. E, além do seu twitter pessoal, ele também tem um twitter do blog, no qual posta notícias rápidas, mas que chamam o leitor a visitar o seu blog.

Além disso, Terron tem mais dois blogs (sim, ele é editor da Rolling Stone e tem três blogs). Um deles é o Ásia Agora, que fala basicamente sobre cinema asiático. O outro é o Blog de Autógrafos, que, acredite ou não, é uma coleção de autógrafos MAISDOQUEIRADA. Quando achei que não haveria mais criatividade na blogosfera, que já havia visto de tudo… encontro uma coleção de autógrafos.

Isso mostra que a blogosfera está muito longe do fim tão esperado pelos críticos alucinados por ferramentas de síntese. Blog e Twitter podem existir separadamente, mas não se anular. No máximo, se complementar.

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Playlist infinita em NY

Posted by Darshany L. em 15/02/2010

cena do filme Nick & Norah

A imagem acima é do filme Nick & Norah – Uma Noite de Amor e Música (Nick & Norah’s Infinite Playlist), mas ela serve apenas para dar vida aos personagens enquanto falo sobre o livro de mesmo nome.

Escrito por Rachel Cohn e David Levithan, o livro é narrado em primeira pessoa pelos dois personagens-título. Eles se alternam entre um capítulo e outro, contando o decorrer de uma mesma história pelo ponto de vista de cada um.

Nick & Norah

Em uma Nova York underground, conhecemos um Nick meigo, apaixonado e músico de uma banda de punk rock, e uma Norah complicada, boca suja, com um conhecimento musical incrível e incrédula para o amor. Tudo começa quando Nick, desiludido desde o término com Tris, vê a ex-namorada em um show de rock e pede a Norah, até então desconhecida, para ser sua namorada por 5 minutos.

Porém, os 5 minutos se tornam a noite inteira, e os dois se envolvem de uma maneira que não esperavam. Durante as horas que se passam, eles descobrem coisas em comum, principalmente na música. Repleta de referências a bandas de rock, a história de Nick e Norah parece ter uma trilha sonora embutida no livro e prende o leitor de forma apaixonante, nos fazendo querer saber até onde esse encontro inesperado vai levar os dois.

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V-day e o cinema

Posted by Darshany L. em 14/02/2010

E já que é Valentine’s Day, dois vídeos para quem é cinéfilo e curte a data:

25 “I love you” clássicos do cinema (via Moviefone)

http://video.aol.com/aolvideo/Moviefone/the-moviefone-mash-i-love-you-over-and-over-again/65779380001

Melhores cenas românticas do cinema (via Cinema Revisitado)

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Quando o passado e o presente se encontram

Posted by Darshany L. em 29/01/2010

Amor e Lixo, de Ivan Klíma

Um romance repleto de traços autobiográficos. Assim é Amor e Lixo, do autor tcheco Ivan Kíma. Narrado em primeira pessoa, a história conta sobre o passado e o presente, lado a lado, de um escritor em Praga, cujas obras estão proibidas em seu país.

O escritor, que não tem o seu nome revelado em nenhum momento, resolve então trabalhar como gari. Não porque precisa, uma vez que seu trabalho é reconhecido no exterior. Mas sim como forma de passar o seu tempo livre e ter uma nova experiência de vida.

Enquanto narra os seus dias de trabalho nas ruas de Praga, o personagem revela acontecimentos desde sua infância até o seu casamento, seriamente abalado por uma traição. Essa infidelidade, que pertenceu ao passado, volta a tomar conta de seu presente, e a paixão por vezes doentia de sua amante se torna tema de grande parte do livro. A obra também faz diversas referências ao escritor Franz Kafka, sobre quem o personagem central faz um ensaio.

Amor e Lixo mescla uma história de amor com críticas severas ao nazismo e ao regime comunista e repressor na Tchecoslováquia durante os anos 70 e 80. Diálogos por vezes cansativos, mas uma narrativa brilhante, sem dúvidas.

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A volta do ICQ

Posted by Darshany L. em 23/01/2010

ô ô

Publicado originalmente em www.ecosjr.com.br

Saiu o novo ICQ, que tenta ressurgir das cinzas – pelo menos aqui no Brasil – oferecendo integração com Facebook, Twitter, Youtube e Flickr. Para relembrar os velhos tempos pós mIRC e pré MSN, baixei o novo ICQ para testá-lo. Deu 10 minutos, e já me estressei com os velhos problemas – como falha nas mensagens enviadas por exemplo. As únicas diferenças que eu vi do ICQ de 8 anos atrás para agora foram o visual e algumas ferramentas que tentam deixar o programa mais moderno.

Mas se você acha que vale a pena fazer uma avaliação, é só fazer o download no site clicando aqui.

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Amores perdidos

Posted by Darshany L. em 12/01/2010

Não, eu não errei o título novamente, como vai sugerir minha querida prima, cuja companhia no cinema foi fundamental. O filme é Abraços Partidos, última obra-prima do cineasta Pedro Almodóvar, mas o título do longa poderia ser Amores Perdidos sem o menor problema. Porque é essa a sensação que o filme passa o tempo inteiro: uma história de perdas.

Cena de Abraços Partidos

Além das perdas que já nos são apresentadas na primeira metade do filme, Abraços Partidos nos dá vários sinais de que algo pior está por vir. Chega a ser óbvio, em certo momento. Mas talvez seja essa mesma a intenção de Almodóvar, que incluiu no longa diversas referências a outras obras cinematográficas, diretores e a si mesmo – porque não?

Um diretor de cinema e roteirista que é cego (personagem de Lluís Homar) guarda em sua memória as lembranças de um romance que viveu com Lena (Penélope Cruz), 14 anos atrás. A história desse passado é revelada ao longo do filme. Paixões intensas, obsessão, tragédia e até mesmo comédia, montam o cenário de Abraços Partidos, que leva o espectador da risada ao choque de uma cena à outra. Isso sem contar a estética impecável do filme.

Trailer:

Em Vitória, Abraços Partidos está em cartaz no Cine Jardins, com sessões às 19h e às 21:20h. Saiba mais aqui.

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O lado acústico do Metallica

Posted by Darshany L. em 04/01/2010

Ainda no clima dos shows do Metallica no Brasil (nos quais eu não vou), achei mais um pouco da banda em versão acústica. E dessa vez são eles mesmos tocando desplugados. Difícil imaginar, né?

Em 2007, o Metallica participou do Bridge School Festival na Califórnia, evento beneficente promovido por Neil Young. O festival é conhecido por ser todo em versão acústica, e com o Metallica não foi diferente. Além de tocar mais calminha, a banda fez covers de várias músicas, como Brothers in Arms do Dire Straits, e Please Don’t Judas Me do Nazareth.

O vídeo acima é da apresentação da banda no festival, com o cover acústico de Only Happy When It Rains, do Garbage. Essa música, que faz parte do primeiro álbum do Garbage de 1995, já era uma das minhas preferidas. Por isso se tornou minha versão acústica do Metallica preferida também. E o mais legal de tudo é perceber que uma banda de heavy metal pode sim tocar acústico sem sair de suas raízes (como aconteceu com álbum St. Anger). Pelo contrário, isso mostra a grandiosidade e o talento do grupo.

Além dos covers, que inclui Turn the Page, o Metallica também apresentou versões acústicas de Nothing Else Matters, The Unforgiven, entre outras. Download? Aqui.

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