O Blog no Fim do Universo

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MetallicA sem solos épicos: é possível.

Posted by Darshany L. em 30/12/2009

E já que os shows do Metallica estão chegando (sobre os quais comentei no último post), nada melhor do que falar mais um pouquinho sobre o assunto. Na verdade sobre uma banda diferente, que fez um tributo aos caras há 6 anos.

Se você pensou em uma banda de heavy metal fazendo essa homenagem, pode esquecer. Trata-se de um grupo chamado Iron Horse, conhecido por tocar um estilo de música chamado Bluegrass – gênero tão americano quanto a Bossa Nova é brasileira. O Bluegrass se caracteriza pela ausência de instrumentos elétricos, ou seja, usa-se instrumentos acústicos como violão, violino, banjo, e outros.

Dá para imaginar alguma música do Metallica sem guitarra? A princípio não, mas o Iron Horse conseguiu essa façanha no álbum Fade to Bluegrass – Tribute to Metallica, de 2003. Canções do Metallica, como Fuel, Unforgiven e One, ganharam um estilo meio country, que lembram aquelas músicas que tocam em filmes de faroeste. E você realmente se sente como se estivesse em alguma cidadezinha rural dos Estados Unidos ao ouvir as versões.

Se ficou interessado, clique aqui e ouça o resultado. Particularmente, achei perfeito. Se ouviu, gostou e quer baixar, há links aqui.

Agradecimento: Mario Zuany, que me indicou o Iron Horse via twitter.

Via Cursed War Machine e Demência 13 (atual A Taverna do Bárbaro).

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Amanda Palmer who?

Posted by Darshany L. em 22/06/2009

Eu sei que o nome lembra a falecida Laura Palmer da também falecida série americana Twin Peaks, mas Amanda Palmer nada tem a ver com a Palmer televisiva – execeto pela quantidade de fãs que a aclamam.

Amanda Palmer e seu figurino excêntrico.

Amanda Palmer e seu figurino excêntrico.

Amanda Palmer é vocalista e pianista da banda americana Dresden Dolls (que mistura punk e cabaré), mas se jogou na carreira solo em 2008, com o cd Who Killed Amanda Palmer? (seria uma referência à serie Twin Peaks?). Desde então, a cantora de jeito esquisitão vem conquistando cada vez mais espaço entre os jovens, e pelo menos metade desse sucesso tem nome: Twitter.

Palmer, que em maio esteve na Califórnia em um dos festivais de música mais importantes dos Estados Unidos, o Coachella, decidiu fazer de seu Twitter sua maior forma de divulgação de shows. Por conta disso, sua popularidade deu uma guinada, e seus shows lotam cada vez mais, mesmo em lugares pequenos.

No Coachella, por exemplo, Amanda Palmer respondia minutos antes de subir ao palco a pedidos de música. Tudo via Twitter. Por isso, e por fazer piadas sobre internet no meio do show, foi considerada a artista mais geek do festival (ou nerd, como queiram) – além de ter uma música chamada Guitar Hero. Virei fã.

Amanda Palmer cantando Creep, do Radiohead, no festival Coachella:

A cantora interpretando o mesmo sucesso do Radiohead, porém em Boston, muito doida:

Clipe de “Guitar Hero”:

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J. J. Abrams, o mestre!

Posted by Darshany L. em 28/05/2009

J. J. Abrams recebendo um de muitos prêmios.

J. J. Abrams recebendo um de muitos prêmios.

Lost. Alias. Cloverfield. Star Trek. O que essas grandes produções têm em comum? A resposta é rápida e óbvia: J. J. Abrams. Considerado por muitos (e por mim) uma das mentes mais brilhantes do mundo televisivo e cinematográfico, Abrams é conhecido por tudo o que faz virar sucesso instantâneo.

A série norte-americana Lost, que estreou em setembro de 2004 e já está na 5ª temporada, é o maior exemplo disso. Criada por J. J. Abrams, seu episódio piloto, o mais caro já produzido na televisão americana, conseguiu transformar o seriado numa febre mundial. E o sucesso se mantém até hoje. Fringe, lançada nos Estados Unidos em setembro de 2008, promete o mesmo efeito. E, não por coincidência, foi criada e é dirigida por Abrams.

Os fenômenos não se restringem às séries para a televisão. No cinema, J. J. Abrams dirigiu Missão Impossível III e produziu Cloverfield, este último grande sucesso antes mesmo de estrear. Este ano, J. J. Abrams chega às telas de todo o mundo como diretor da nova versão de Star Trek que, como Cloverfield, estourou antes da estréia oficial. E, dizem os bons, J. J. conseguiu fazer com Star Trek o que nenhum outro filme conseguiu fazer: atingir o grande público e conquistar novos fãs. (Leia duas resenhas ótimas sobre Star Trek no site Judão, clicando aqui e acolá).

Como Abrams consegue ser tão genial é o que eu me pergunto muitas vezes, mesmo que no fundo eu já saiba. E lendo a respeito dele, eu tenho certeza: J. J. Abrams não tem medo de arriscar, seja em suas criações ou em histórias já conhecidas, como Star Trek. A série norte-americana Felicity, criada por ele, exemplifica bem como Abrams interfere nas histórias sem receio. Felicity tinha tudo para ser apenas mais um seriado romântico de adolescentes, como Dawnson’s Creek, também de sua época. Mas em diversos episódios das 4 temporadas, vê-se elementos como volta no tempo, sonhos bizarros, etc, que para quem conhece o trabalho de Abrams, percebe na hora que ali tem dedo do diretor.

Em tempo: Felicity é a minha série preferida de todos os tempos. Um dia faço um post só sobre ela.

Em tempo 2: mais sobre J. J. Abrams em breve!

Felicity, na 1ª temporada. Também criação de Abrams.

Felicity, na 1ª temporada. Também criação de Abrams.

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